<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-36999638</id><updated>2011-04-21T13:07:25.412-07:00</updated><title type='text'>extraterrestre</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://smpp2002.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36999638/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://smpp2002.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>extraterrestre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02967104005620164617</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>7</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36999638.post-116655107910098083</id><published>2006-12-19T09:53:00.000-08:00</published><updated>2006-12-19T09:57:59.106-08:00</updated><title type='text'>TAG´s</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/997/4147/1600/348508/P1000460.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/997/4147/320/81660/P1000460.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;A Folksonomia é a conjunção de duas palavras, “folk” (povo, pessoas) e “taxonomia”. Algo que pode ser traduzido como a “classificação efectuada por pessoas”. Em vez de ser utilizada uma forma hierárquica e centralizada de categorização de informação (taxonomia), as pessoas escolhem simplesmente palavras-chave (TAGS, ou etiquetas) que melhor dão um significado ao objecto (texto, imagem ou som) que pretendem classificar, numa semântica mais clara e objectiva.&lt;br /&gt;Por exemplo, tradicionalmente, quando se submetia uma pagina no directório do &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.sapo.pt/" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;SAPO&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;, que falasse do argumento de um filme do João César Monteiro, provavelmente, seria colocado debaixo da área de “Arte e cultura” / “Cinema”, com um qualquer título. Após esse processo taxonómico, os utilizadores, ao acederem a esta área, poderiam então percorrer toda a secção, e, ao encontrar o título, aceder-lhe. Obviamente que se poderia ainda procurar a informação através de uma pesquisa pelo autor, mas se por uma qualquer infelicidade esse texto não referenciasse o nome “João César Monteiro” e somente o nome do filme, teríamos alguma dificuldade em encontrar a informação.&lt;br /&gt;Recorrendo ao processo de democratizado de classificação, o utilizador escolhe as palavras-chave, ou TAGs, que melhor caracterizam a informação ou parte dela e, simplesmente, submetem a informação no serviço. No exemplo acima referido, o utilizador poderia adicionar as seguintes TAGs: “Cinema João César Monteiro Branca de Neve”. Quando outro utilizador efectuar uma pesquisa por alguns desses termos, obterá como resultado a informação que foi submetida. Mas a grande flexibilidade deste modelo de classificação vem ao de cima se, para além do texto que foi procurado, sejam também retornadas fotografias do autor e pequenos filmes que foram classificados usando uma daquelas TAGs, num serviço completamente diferente. Numa pesquisa mais geral no &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.sapo.pt/" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;SAPO&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;, podemos também encontrar textos de blogs que falem sobre o autor, ou sobre o filme. O segredo é que, as pequenas etiquetas, tags, utilizadas para a classificação, podem ser partilhadas por um grande conjunto de serviços, relacionando todos os conteúdos, onde quer que eles estejam.&lt;br /&gt;Adicionalmente, como esta tags são escolhidas por um sem número de pessoas, a probabilidade da inteligência colectiva classificar bem a informação, é superior, a inteligência de um pequeno grupo de pessoas que gere o serviço onde é submetida a informação.&lt;br /&gt;Existem já diversos serviços web que utilizam tags. Classificar as fotos e partilha-las com amigos no &lt;/span&gt;&lt;a href="http://fotos.sapo.pt/" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;fotos.sapo.pt&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;, nos textos que são escritos nos &lt;/span&gt;&lt;a href="http://blogs.sapo.pt/" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;blogs.sapo.pt&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt; ou ainda no sistema de bookmarks sociais recentemente lançados no &lt;/span&gt;&lt;a href="http://tags.sapo.pt/" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;tags.sapo.pt&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;. Este último permite-nos guardar os nossos URLs num servidor central e atribuir-lhe tags, dando-lhes assim significado e classificação. Este URL pode ser um apontador para praticamente qualquer tipo de conteúdo, seja ele texto, imagem ou filme.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.sapo.pt"&gt;www.sapo.pt&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36999638-116655107910098083?l=smpp2002.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://smpp2002.blogspot.com/feeds/116655107910098083/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36999638&amp;postID=116655107910098083' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36999638/posts/default/116655107910098083'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36999638/posts/default/116655107910098083'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://smpp2002.blogspot.com/2006/12/tags.html' title='TAG´s'/><author><name>extraterrestre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02967104005620164617</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36999638.post-116655072799527523</id><published>2006-12-19T09:45:00.000-08:00</published><updated>2006-12-19T09:52:07.996-08:00</updated><title type='text'>Informação e classificação na web 2.0</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/997/4147/1600/857403/P1000459.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/997/4147/320/443353/P1000459.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;Na WEB2.0, tudo se resume a uma única palavra: informação. As informações e conteúdos que circulam na web no dia-a-dia, estão em constante análise e avaliação por diversos tipos de mecanismos, sendo criadas relações de relevância entre as informações a partir dessa avaliação. As pessoas, por sua vez, quando fazem buscas por uma determinada informação, obtém um resultado de algo que já foi classificado e relacionado através de um método pré-definido.&lt;br /&gt;Por exemplo, quando consultamos a pesquisa do &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.sapo.pt/" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;SAPO&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, os mecanismos de recolha de informação desse serviço, já obtiveram informações de diversos locais na internet, e, através de um conjunto de regras, foram efectuadas avaliações e classificações desses conteúdos, para que quando um utilizador procure por uma determinada palavra chave, lhe sejam mostrados resultados extremamente relevantes. O próprio utilizador, por sua vez, ao clicar numa das várias propostas (links), contribui para que o serviço perceba quais as opções mais populares dos utilizadores, permitindo ao serviço, posteriormente, melhor classificar e apresentar a informação, através de uma experiência colectiva. Estes são meros exemplos de como a informação publicada por todos é tratada na internet.&lt;br /&gt;Conclui-se rapidamente que, para além da informação, o processo de tratamento e co-relacionamento desta é fundamental. Aqui surgem então os processos de Taxonomia, que nada mais são do que o estudo e classificação das coisas. Algo que se traduz no acto de classificar, identificar e dar nomes. Por exemplo, quando um bibliotecário pega num livro, e o classifica numa categoria já existente (ficção, drama, policial, etc.), por autor, ou por acontecimentos sociais, estamos perante um processo de Taxonomia.&lt;br /&gt;Apesar de existirem várias maneiras de tratar e classificar informação, houve uma que ganhou muita popularidade no mundo dos blogs, e que actualmente, está em franca expansão. Chama-se Folksonomia, ou a democratização da classificação da informação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.sapo.pt"&gt;www.sapo.pt&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36999638-116655072799527523?l=smpp2002.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://smpp2002.blogspot.com/feeds/116655072799527523/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36999638&amp;postID=116655072799527523' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36999638/posts/default/116655072799527523'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36999638/posts/default/116655072799527523'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://smpp2002.blogspot.com/2006/12/informao-e-classificao-na-web-20.html' title='Informação e classificação na web 2.0'/><author><name>extraterrestre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02967104005620164617</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36999638.post-116655032339348676</id><published>2006-12-19T09:42:00.000-08:00</published><updated>2006-12-19T09:45:23.410-08:00</updated><title type='text'>O que é a Web 2.0</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Parece-me que certos conceitos inovadores são, por vezes, difíceis de perceber por pessoas que não possuam algum background técnico... por me parecer importante, resolvi escrever um artigo que tenta esclarecer alguns conceitos que são extremamente importantes no contexto da Internet Actual.&lt;br /&gt;Actualmente a Internet faz parte do nosso quotidiano, começando a ser encarada como um serviço básico e uma ferramenta que nos habituamos a utilizar cada vez mais e em situações nunca antes imaginadas. Com o advento da banda larga e a total cobertura do território Português por esta tecnologia, possuímos condições de acessibilidade à rede ímpares, contribuindo para que a utilização da Web se torne cada vez mais numa rotina diária. Do ponto de vista dos serviços, os últimos dois anos têm sido verdadeiramente diferenciadores, com novas aplicações e serviços disponíveis de uma forma completamente gratuita, e com interfaces verdadeiramente revolucionários que fazem com que aplicações via web, do ponto de vista de funcionalidade e desempenho, se assemelhem ou mesmo ultrapassem as aplicações que instalamos nos nossos computadores de secretária.Actualmente, entramos numa nova era. A era da WEB 2.0.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Há cerca de cinco anos atrás deu-se o ponto de viragem na Internet. No auge da bolha das dot-com, como ficou vulgarmente conhecido, apareceram centenas de milhares de sites à volta do globo que procuravam encontrar o seu espaço. Por um lado, a Internet massificada do grande público possuía o potencial da globalização, por outro, era urgente a existência de mais e melhores conteúdos. Surgiu de tudo um pouco: Enciclopédias que se colocaram on-line (Britânica Online), Jornais e revistas de referência, Sites de Música, Directórios (Yahoo!) e até páginas pessoais de utilizadores anónimos. No entanto, o denominador comum neste modelo continuava a ser uma clara separação entre os fornecedores de conteúdos e os consumidores. Não havia muita tecnologia facilitadora que permitisse que muitos dos conteúdos fossem massificados, sendo a publicação efectuada por entidades e organismos mais ou menos centrais e bem identificados. A alternativa das páginas pessoais, era extremamente técnica e colocava de fora a maioria das pessoas. A interface de utilização e apresentação de muitos serviços era também, por vezes, inflexível e limitativa, pelo facto se somente serem uma nova cara de um suporte já existente, como no caso das revistas e jornais. Em suma, a experiência web existia, mas claramente, estávamos cientes de que havia um fosso bem demarcado entre uma aplicação local do nosso computador e a web.&lt;br /&gt;No pós dot-com, a abordagem por parte dos grandes participantes na Internet mudou. Um pouco por todo lado, começaram a surgir novos conceitos e ideias que muito rapidamente se tornaram em tendências por parte da comunidade web. Para por em prática estes novos conceitos e abordagens era claro que seria necessário um novo modelo de funcionamento global, que para além dos conteúdos e serviços já existentes trouxesse novas motivações aos utilizadores, e tornasse a web verdadeiramente participada e democrática aos mais diversos níveis. Para que tal acontecesse, não poderiam somente fazer-se alguns desenvolvimentos na tecnologia já existente, mas deveriam ser re-equacionados os problemas, dando origem a uma web nova, assente num paradigma e arquitectura que a projectasse para o século XXI.&lt;br /&gt;Se a WEB1.0 era uma rede que interligava diversas plataformas, cada uma das quais com as suas mais valias, a WEB2.0 é a rede como uma gigantesca plataforma que comunica e partilha conteúdos e serviços, potenciando uma verdadeira arquitectura participada, onde os conteúdos pessoais, produzidos por cada um de nós, encontram o seu espaço e obtém a divulgação adequada. A própria experiência de navegação e consulta desses conteúdos e serviços por parte do grande público, pode re-alimentar esta plataforma, fornecendo indicadores de popularidade que poderão ser utilizados para destacar ou classificar melhor a informação.&lt;br /&gt;Um serviço deixou de ser algo meramente monolítico, residente num único site, desenvolvido e alimentado por uma única entidade. A metáfora de página web com apenas conteúdo in-house desaparece em favor de uma página que para além do conteúdo de produção própria, possa incluir conteúdos externos, como artigos de agências noticiosas, fotografias, calendários, notas, estatísticas dos utilizadores, etc. Tudo isto de uma forma completamente dinâmica e descentralizada. A fronteira da incompatibilidade de conteúdos é ultrapassada através da novos standards que permitem a normalização e organização da informação produzida, permitindo que esta seja re-aproveitada, re-misturada e apresentada de uma forma nova. Bons exemplos desta abordagem são o &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.netvibes.com/" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;NetVibes&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, que nos permite criar a nossa página web, com uma incrível diversidade de objectos e componentes, e, o &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.bloglines.com/" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Bloglines&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; que nos permite publicar, procurar, partilhar e subscrever informação.&lt;br /&gt;As interfaces gráficas sofreram também uma grande actualização, com o aparecimento de tecnologias que permitem levar a experiência de utilização a níveis nunca dantes experimentados. Os objectos que aparecem nas páginas deixam de ser caixas de texto ou imagens estáticas, para serem componentes reutilizáveis em vários cenários, como no caso do NetVibes. Passou-se de um modelo síncrono de pedido-resposta, em que as pessoas clicavam num link e esperavam que algo acontecesse, para um modelo assíncrono, com vários pedido-resposta a acontecerem simultaneamente sem que o utilizador saiba. No final, pretende-se que algumas limitações das tecnologias de internet não venham ao de cima, permitindo uma experiência de interacção muito mais rica. O GMail e o Google Maps foram pioneiros neste conceito, abrindo caminho para toda uma nova geração de aplicações.&lt;br /&gt;WEB2.0, nas palavras de Tim O’Reilly, não tem fronteiras bem definidas, mas sim, um núcleo gravitacional, onde orbitam vários conceitos e recomendações das quais se destacam:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- Participação&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- Descentralização&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- Confiança no conteúdo dos utilizadores&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- Interfaces de utilização ricos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- Mistura de conteúdos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- Normalização e organização de informação. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.sapo.pt"&gt;www.sapo.pt&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36999638-116655032339348676?l=smpp2002.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://smpp2002.blogspot.com/feeds/116655032339348676/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36999638&amp;postID=116655032339348676' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36999638/posts/default/116655032339348676'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36999638/posts/default/116655032339348676'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://smpp2002.blogspot.com/2006/12/o-que-web-20.html' title='O que é a Web 2.0'/><author><name>extraterrestre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02967104005620164617</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36999638.post-116654774196076163</id><published>2006-12-19T08:59:00.000-08:00</published><updated>2006-12-19T09:02:21.973-08:00</updated><title type='text'>Netiquette</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O que é afinal a NETIQUETTE?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tal como o próprio termo indica, refere-se às regras e condutas de boa educação que deverá aplicar quando navega no ciberespaço.&lt;br /&gt;O que é a etiqueta?São o conjunto de regras que deve aplicar na sua vida social ou oficial.&lt;br /&gt;Quando se entra numa nova cultura, e a Internet tem uma cultura própria, deve ter-se em atenção o conjunto de regras que regem essa cultura, de modo a não ofender as pessoas que já lá estão.&lt;br /&gt;A leitura deste documento pode ajudá-lo a evitar situações mais ou menos complicadas, mesmo que não intencionais.&lt;br /&gt;No ciberespaço, esta questão é ainda mais sensível, já que não deve esquecer que está a interagir com um conjunto de pessoas de diferentes países e culturas, como tal a Netiquette reveste-se ainda de maior importância, já que pode evitar alguns mal entendidos.Deste modo, ficará habilitado a poder inclusivamente ajudar os outros utilizadores mais recentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Algumas das regras básicas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Uma das questões que desde cedo nos habituámos a ouvir, é a regra básica do "Não faça aos outros o que não gostava que lhe fizessem a si".&lt;br /&gt;Esta é uma das principais regras que deve aplicar na rede. Na verdade, todos nós temos que passar pela fase de aprendizagem, pelo que nos devemos habituar a explicar o que já sabemos ao que acabaram de entrar no mundo da Internet. Desta forma, estamos a colaborar na melhoria da rede e a aumentar o número de pessoas ligadas e por consequência o leque dos nossos conhecimentos.&lt;br /&gt;Como ao comunicar via Internet, a única coisa que tem na sua frente é um écran de computador, não consegue ver a expressão dos seus interlocutores e por consequência os mal entendidos tornam-se ainda mais fáceis. Não se esqueça que do outro lado, o seu interlocutor nada sabe a seu respeito e como tal é mais calculista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Algumas regras de ouro da Netiquette &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Escolha do nick - este é o nome pelo qual vai passar a ser conhecido nos canais de conversação, pelo que deve ter cuidado com a sua escolha. Acima de tudo, deve evitar escolher nomes que possam ferir a susceptibilidade dos outros utilizadores.Não se esqueça que cada vez mais, os utilizadores tendem a conhecer-se for a da rede. Não vai querer, com certeza, que todos os conhecimentos que vai fazer daqui para a frente tenham vergonha de dizer o seu nick.&lt;br /&gt;Entrada no canal - quando entra no canal deve cumprimentar os presentes, com um simples olá, oi ou qualquer outro termo diplomático. No entanto, não deve repetir várias vezes o seu cumprimento geral, pois isso vai afectar o normal funcionamento do mesmo.Imagine-se a entrar num local onde já estão uma série de pessoas e repetir vezes sem conta o mesmo cumprimento. Por certo, os presentes não ficariam muito agradados.&lt;br /&gt;Já no canal - converse então com os presentes. No entanto, se pretende ter conversas mais privadas, faça-o apenas com o utilizador em questão. Para isso, use os comandos /msg, /query ou /dcc chat.&lt;br /&gt;A forma de escrever - verifique se está a escrever em letras maísculas ou minusculas. No IRC as letras maísculas significam gritar, comportamento que não é muito correcto e que na maioria dos casos leva ao ban.&lt;br /&gt;A liguagem - tal como na vida real, deve ter cuidado com a linguagem que utiliza, já que os termos mais ofensivos podem incomodar os restantes utilizadores, e estragar a sua imagem enquanto utilizador. Não se esqueça que a maior parte dos utilizadores não se conhecem pessoalmente, pelo que formam a sua opinião mediante a maneira de escrever.&lt;br /&gt;Repetições - Não repita muitas vezes a mesma mensagem, pois tal acção é considerada flood. Provoca entupimentos dos servidores e perturba o normal funcionamento dos canais.&lt;br /&gt;Côres - não deve usar côres nos seus textos, já que existem muitos utilizadores que trabalham com programas diferentes os quais não aceitam côres. Sempre que um utilizador escreve alguma frase com côr, esses utilizadores vêm um conjunto de códigos que atrapalham a sua conversa.&lt;br /&gt;Operador de canal - Os operadores de canal (op's)são utilizadores frequentes de determinados canais, que pela sua antiguidade ou conduta se destacaram, e como tal têm o privilégio de serem os reguladores desse mesmo canal.Quando tiver algum problema é a eles que se deve dirigir. No entanto, não vale a pena tentar ser operador de caal e enviar muitas mensagens privadas a esses operadores para lhe ser dado o estatuto de operador, já que normalmente esse tipo de atitude tem exactamente o efeito contrário, e mais tarde ou mais cedo será conhecido na rede como lamer.&lt;br /&gt;No entanto, se fundar um canal, tem automaticamente o estatuto de operador de canal. Este estatuto permite-lhe kickar e banir todos os utlizadores que não cumpram as regras que instituiu para o seu canal.Mas não se esqueça que só mesmo os que estiverem a ser inoportunos é que devem ser alvo destas atitudes mais drásticas. A sua função como é também a de formador e por consequência deverá ser mais educativa e menos punitiva.&lt;br /&gt;Publicidade nos canais - sempre que alguém cria um canal, é natural que pretenda divulgá-lo. No entanto, não é muito polido que o faça provocando rebuliço nos restantes canais. A Netiquette desaconselha este comportamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Conselhos gerais&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Aplique a sua educação e bom senso quando está ligado no IRC. Na verdade o IRC não é mais que um meio de comunicação, semelhante ao telefone, com muito mais potencialidades e que permite aos seus utilizadores conhecerem e falarem com pessoas de todo o mundo.&lt;br /&gt;Não seja ofensivo, pois tais atitudes podem levar a reacções dos outros utilizadores. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Fonte&lt;/strong&gt;: &lt;a href="http://openmind.planetaclix.pt"&gt;http://openmind.planetaclix.pt&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36999638-116654774196076163?l=smpp2002.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://smpp2002.blogspot.com/feeds/116654774196076163/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36999638&amp;postID=116654774196076163' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36999638/posts/default/116654774196076163'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36999638/posts/default/116654774196076163'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://smpp2002.blogspot.com/2006/12/netiquette_19.html' title='Netiquette'/><author><name>extraterrestre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02967104005620164617</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36999638.post-116654720355822476</id><published>2006-12-19T08:37:00.000-08:00</published><updated>2006-12-19T08:53:46.336-08:00</updated><title type='text'>Netiquette</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O que é afinal a NETIQUETTE?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tal como o próprio termo indica, refere-se às regras e condutas de boa educação que deverá aplicar quando navega no ciberespaço.&lt;br /&gt;O que é a etiqueta?São o conjunto de regras que deve aplicar na sua vida social ou oficial.&lt;br /&gt;Quando se entra numa nova cultura, e a Internet tem uma cultura própria, deve ter-se em atenção o conjunto de regras que regem essa cultura, de modo a não ofender as pessoas que já lá estão.&lt;br /&gt;A leitura deste documento pode ajudá-lo a evitar situações mais ou menos complicadas, mesmo que não intencionais.&lt;br /&gt;No ciberespaço, esta questão é ainda mais sensível, já que não deve esquecer que está a interagir com um conjunto de pessoas de diferentes países e culturas, como tal a Netiquette reveste-se ainda de maior importância, já que pode evitar alguns mal entendidos.Deste modo, ficará habilitado a poder inclusivamente ajudar os outros utilizadores mais recentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Algumas das regras básicas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Uma das questões que desde cedo nos habituámos a ouvir, é a regra básica do "Não faça aos outros o que não gostava que lhe fizessem a si".&lt;br /&gt;Esta é uma das principais regras que deve aplicar na rede. Na verdade, todos nós temos que passar pela fase de aprendizagem, pelo que nos devemos habituar a explicar o que já sabemos ao que acabaram de entrar no mundo da Internet. Desta forma, estamos a colaborar na melhoria da rede e a aumentar o número de pessoas ligadas e por consequência o leque dos nossos conhecimentos.&lt;br /&gt;Como ao comunicar via Internet, a única coisa que tem na sua frente é um écran de computador, não consegue ver a expressão dos seus interlocutores e por consequência os mal entendidos tornam-se ainda mais fáceis. Não se esqueça que do outro lado, o seu interlocutor nada sabe a seu respeito e como tal é mais calculista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Algumas regras de ouro da Netiquette &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Escolha do nick - este é o nome pelo qual vai passar a ser conhecido nos canais de conversação, pelo que deve ter cuidado com a sua escolha. Acima de tudo, deve evitar escolher nomes que possam ferir a susceptibilidade dos outros utilizadores.Não se esqueça que cada vez mais, os utilizadores tendem a conhecer-se for a da rede. Não vai querer, com certeza, que todos os conhecimentos que vai fazer daqui para a frente tenham vergonha de dizer o seu nick.&lt;br /&gt;Entrada no canal - quando entra no canal deve cumprimentar os presentes, com um simples olá, oi ou qualquer outro termo diplomático. No entanto, não deve repetir várias vezes o seu cumprimento geral, pois isso vai afectar o normal funcionamento do mesmo.Imagine-se a entrar num local onde já estão uma série de pessoas e repetir vezes sem conta o mesmo cumprimento. Por certo, os presentes não ficariam muito agradados.&lt;br /&gt;Já no canal - converse então com os presentes. No entanto, se pretende ter conversas mais privadas, faça-o apenas com o utilizador em questão. Para isso, use os comandos /msg, /query ou /dcc chat.&lt;br /&gt;A forma de escrever - verifique se está a escrever em letras maísculas ou minusculas. No IRC as letras maísculas significam gritar, comportamento que não é muito correcto e que na maioria dos casos leva ao ban.&lt;br /&gt;A liguagem - tal como na vida real, deve ter cuidado com a linguagem que utiliza, já que os termos mais ofensivos podem incomodar os restantes utilizadores, e estragar a sua imagem enquanto utilizador. Não se esqueça que a maior parte dos utilizadores não se conhecem pessoalmente, pelo que formam a sua opinião mediante a maneira de escrever.&lt;br /&gt;Repetições - Não repita muitas vezes a mesma mensagem, pois tal acção é considerada flood. Provoca entupimentos dos servidores e perturba o normal funcionamento dos canais.&lt;br /&gt;Côres - não deve usar côres nos seus textos, já que existem muitos utilizadores que trabalham com programas diferentes os quais não aceitam côres. Sempre que um utilizador escreve alguma frase com côr, esses utilizadores vêm um conjunto de códigos que atrapalham a sua conversa.&lt;br /&gt;Operador de canal - Os operadores de canal (op's)são utilizadores frequentes de determinados canais, que pela sua antiguidade ou conduta se destacaram, e como tal têm o privilégio de serem os reguladores desse mesmo canal.Quando tiver algum problema é a eles que se deve dirigir. No entanto, não vale a pena tentar ser operador de caal e enviar muitas mensagens privadas a esses operadores para lhe ser dado o estatuto de operador, já que normalmente esse tipo de atitude tem exactamente o efeito contrário, e mais tarde ou mais cedo será conhecido na rede como lamer.&lt;br /&gt;No entanto, se fundar um canal, tem automaticamente o estatuto de operador de canal. Este estatuto permite-lhe kickar e banir todos os utlizadores que não cumpram as regras que instituiu para o seu canal.Mas não se esqueça que só mesmo os que estiverem a ser inoportunos é que devem ser alvo destas atitudes mais drásticas. A sua função como é também a de formador e por consequência deverá ser mais educativa e menos punitiva.&lt;br /&gt;Publicidade nos canais - sempre que alguém cria um canal, é natural que pretenda divulgá-lo. No entanto, não é muito polido que o faça provocando rebuliço nos restantes canais. A Netiquette desaconselha este comportamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Conselhos gerais&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Aplique a sua educação e bom senso quando está ligado no IRC. Na verdade o IRC não é mais que um meio de comunicação, semelhante ao telefone, com muito mais potencialidades e que permite aos seus utilizadores conhecerem e falarem com pessoas de todo o mundo.&lt;br /&gt;Não seja ofensivo, pois tais atitudes podem levar a reacções dos outros utilizadores. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36999638-116654720355822476?l=smpp2002.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://smpp2002.blogspot.com/feeds/116654720355822476/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36999638&amp;postID=116654720355822476' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36999638/posts/default/116654720355822476'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36999638/posts/default/116654720355822476'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://smpp2002.blogspot.com/2006/12/netiquette.html' title='Netiquette'/><author><name>extraterrestre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02967104005620164617</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36999638.post-116414894932948550</id><published>2006-11-21T13:48:00.000-08:00</published><updated>2006-11-21T14:42:29.396-08:00</updated><title type='text'>Indicadores de Qualidade de um Site</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/997/4147/1600/99486/best_VersatileCreations.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/997/4147/320/365706/best_VersatileCreations.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Onde nos leva a informação…&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A gestão da informação tem como objectivo apoiar a política global de uma instituição, na medida em que torna mais eficiente o conhecimento e a articulação entre os vários subsistemas que a constituem; apoia os gestores na tomada de decisões; torna mais eficaz o conhecimento do meio envolvente; apoia de forma interactiva a evolução da estrutura organizacional, a qual se encontra em permanente adequação às exigências concorrenciais; e ajuda a formar uma imagem da organização, do seu projecto e dos seus produtos, através da implantação duma estratégia de comunicação interna e externa.&lt;br /&gt;A informação tornou-se tão importante que Drucker (1993 a,b) defende o primado da informação como a base e a razão para um novo tipo de gestão, em que a curto prazo se perspectiva a troca do binómio capital/trabalho pelo binómio informação/conhecimento como factores determinantes no sucesso empresarial. Caminha-se para a sociedade do saber onde o valor da informação tende a suplantar a importância do capital. A informação e o conhecimento são a chave da produtividade e da competitividade.&lt;br /&gt;Ao elaborar um site, qualquer entidade, empresa com ou sem fins lucrativos, deverá atentar a estes princípios, uma vez que, hoje em dia, um site é o meio mais eficaz e rápido de divulgação da informação, projectando a entidade interna e externamente. &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Indicadores de qualidade de um site&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Segundo a apresentação da Srª Drª Maria Pinto, da Universidade de Granada, durante o Seminário "Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa. 2005 " existem alguns critérios de qualidade a identificar na avaliação de um site, sobretudo no que concerne aos de carácter educativo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A este conjunto de critérios está associado o conjunto de indicadores que permitem aferir da qualidade de um site.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/997/4147/1600/658671/authority.gif"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Autoridade&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;•Reconhecimento social do autor&lt;br /&gt;•Declaração de princípios e propósito do sítio virtual&lt;br /&gt;•Competência no domínio&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Actualização&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;•Grau de actualização&lt;br /&gt;•Actualidade da informação&lt;br /&gt;•Existência de links obsoletos&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Conteúdo&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;•Exaustividade&lt;br /&gt;•Consistência&lt;br /&gt;•Pertinência&lt;br /&gt;•Objectividade &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Estrutura&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;•Claridade conceptual&lt;br /&gt;•Presença de elementos descritivos e identificativos&lt;br /&gt;•Consistência organizativa&lt;br /&gt;•Hierarquização da informação&lt;br /&gt;•Identificação das novidades&lt;br /&gt;•Serviços de valor acrescentado &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Acessibilidade&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;•Design compatível com diferentes navegadores e resoluções de ecrã&lt;br /&gt;•Versões alternativas de visualização&lt;br /&gt;•Ajuda para a navegação e compreensão de conteúdos&lt;br /&gt;•Versões em outras línguas&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Navegabilidade&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;•Visibilidade de menu de conteúdos&lt;br /&gt;•Existência de mapa do sítio&lt;br /&gt;•Permeabilidade interna (existência de links internos)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Funcionalidade&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;•Pertinência dos títulos e adequação entre estes e as secções a que correspondem&lt;br /&gt;•Sistema próprio de busca de conteúdos&lt;br /&gt;•Velocidade de descarga das várias páginas&lt;br /&gt;•Existência de mapa com links &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Interacção&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;•Existência de correio de sugestões&lt;br /&gt;•Existência de inquérito para o usuário sobre o sítio virtual&lt;br /&gt;•Alusão ao tempo de resposta às perguntas do usuário&lt;br /&gt;•Sistema de ajuda para o usuário &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Design &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;•Homogeneidade visual entre páginas&lt;br /&gt;•Simplicidade de design&lt;br /&gt;•Tipografia textual adequada (estilos e formatos)&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/997/4147/200/279847/interaction.jpg" border="0" /&gt;À escala das organizações, a informação é um factor decisivo na gestão por ser um recurso importante e indispensável tanto no contexto interno como no relacionamento com o exterior. Quanto mais fiável, oportuna e exaustiva for essa informação, mais coesa será a empresa e maior será o seu potencial de resposta às solicitações concorrenciais. Alcançar este objectivo depende, em grande parte, do reconhecimento da importância da informação e do aproveitamento das oportunidades oferecidas pela tecnologia para orientarem os problemas enraizados da informação. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36999638-116414894932948550?l=smpp2002.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://smpp2002.blogspot.com/feeds/116414894932948550/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36999638&amp;postID=116414894932948550' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36999638/posts/default/116414894932948550'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36999638/posts/default/116414894932948550'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://smpp2002.blogspot.com/2006/11/indicadores-de-qualidade-de-um-site.html' title='Indicadores de Qualidade de um Site'/><author><name>extraterrestre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02967104005620164617</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36999638.post-116246686699224943</id><published>2006-11-02T03:12:00.000-08:00</published><updated>2006-11-02T03:27:47.000-08:00</updated><title type='text'>O que é um blog?</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/997/4147/1600/DSC00144.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/997/4147/320/DSC00144.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:85%;"&gt;No principio dos anos 90 começaram a surgir os Fóruns da Internet, as Listas de email, a "Usenet" e os "bulletin boards", dos quais vão surgir muitas das expressões usadas pelos "blogers", como o "thread" ou "to post".&lt;br /&gt;Finalmente em Dezembro de 1997, o termo "weblog" foi criado pelo norte americano Jorn Barger, para definir as páginas pessoais que utilizavam ferramentas que permitiam não só a ligação a outras páginas mais facilmente, como o uso de "blogrolls" (gestão de links) e "trackbacks" (gestão de arquivos), assim como comentários aos textos.&lt;br /&gt;Nos inícios de 1999, Peter Merholz, criou na sua página pessoal a palavra "blog" como diminutivo de "weblog", através da separação da frase "weblog" em "wee’ blog", que foi assim interpretada como a abreviatura da frase "weblog", mas também como uma forma verbal, que foi depois popularizada pela criação do serviço Blogger da empresa Pyra em 1999.&lt;br /&gt;Um dos pioneiros da criação de ferramentas utilizadas quase exclusivamente pelos "Blogs", foi Dave Winer da Universidade de Harvard, ao criar o serviço de "trackback", ou seja, criou a ferramenta que possibilitava a ligação dos "Blogs" a textos pessoais mais antigos, através de uma ligação na própria página.&lt;br /&gt;No início de 2002 deu-se a expansão dos "Blogs", principalmente devido à crescente ameaça de invasão do Iraque pelos EUA, sendo os primeiros "Blogs" de apoio à invasão, criados pelo quadrante de direita da política americana, com "Blogs" como "Instapundit" e "Little Green Footballs", sendo que também nesta altura a imprensa começa a tomar atenção a esta nova forma de divulgação de noticias e opiniões, devido às afirmações alegadamente racistas do senador Trent Lott, que foram rapidamente difundidas pelos "Blogs".&lt;br /&gt;Foi também nesta altura que começaram a surgir com maior frequência os manuais de utilização e construção de "Blogs".&lt;br /&gt;Em 2003 os "Blogs" começam a ganhar cada vez mais peso na comunicação social, nomeadamente pelo facto de começarem a aparecer os primeiros "Blogs" anti guerra no Iraque, com noticias que a maior parte dos meios de comunicação social não transmitiam, surgindo aqui também os primeiros "confrontos" entre "Blogs" pró e contra a guerra do Iraque. Surgiram também os primeiros "Blogs" de especialistas em política, nomeadamente os de Daniel Drezner e de J. Bradford DeLong.&lt;br /&gt;Em 2004 os "Blogues" tornaram-se quase habituais entre os políticos e jornalistas, que os utilizaram para expressar opiniões e apresentar ideias.&lt;br /&gt;Finalmente um dos momentos chave do desenvolvimento e expansão dos "Blogs" foi o surgimento do "Open Software", que permitiu uma actualização e desenvolvimento mais rápido das ferramentas utilizadas.&lt;br /&gt;Em Portugal esta "febre" surgiu praticamente há três anos, nomeadamente pela adesão a este movimento de conceituados políticos e jornalistas, como o ex-eurodeputado José Pacheco Pereira, o jornalista João Pereira Coutinho, entre outros. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36999638-116246686699224943?l=smpp2002.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://smpp2002.blogspot.com/feeds/116246686699224943/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36999638&amp;postID=116246686699224943' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36999638/posts/default/116246686699224943'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36999638/posts/default/116246686699224943'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://smpp2002.blogspot.com/2006/11/o-que-um-blog.html' title='O que é um blog?'/><author><name>extraterrestre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02967104005620164617</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
